segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Soldado Missionário





terça-feira, 8 de novembro de 2011

Tesouro inesgotável - As invocações a Nossa Senhora

Vez que outra, em meu ministério pastoral, discorrendo sobre as maravilhas da devoção a Nossa Senhora e suas diferentes invocações, ouço a seguinte pergunta: “Mas Padre,quantas Nossas Senhoras existem?”
Com simpatia e afeto, eu respondo a meus simpáticos interlocutores que Nossa Senhora é uma só: Maria, a mãe de Jesus.
Explico também que, ao longo dos séculos, foram surgindo diferentes representações de Nossa Senhora. No início, a Igreja a representava como a Virgem Orante,com suas mãos levantadas em sinal de oração.Posteriormente Maria é a Mãe de Deus,sentada em um trono majestoso com o Menino Jesus em seus braços,apresentando-O à humanidade.
E depois, de acordo com a época e local, foram surgindo diferentes devoções a Nossa Senhora.
Algumas invocações expressam passagens da vida de Maria, como Nossa Senhora de Nazaré, Maria Menina, Nossa Senhora do Desterro - que recorda a fuga para o Egito – ou Nossa Senhora das Dores – que lembra os sofrimentos dela ao longo da vida, principalmente durante a Paixão de Cristo.
Há também formas de recorrer a Nossa Senhora de acordo com o local onde nasceu a sua devoção: Nossa Senhora Aparecida, no Brasil, Nossa Senhora de Coromoto,na Venezuela ou Nossa Senhora de Chestokova,na Polônia.
Outros títulos marianos nasceram a partir das aparições de Nossa Senhora em determinados locais: Fátima, em Portugal, Lourdes e Medalha Milagrosa, na França e Guadalupe, no México.
Os fiéis também invocam Maira nas várias circunstancias da vida em que precisam de socorro: Nossa Senhora da Boa Viagem, Nossa Senhora dos Navegantes, Nossa Senhora da Luz ou Nossa Senhora dos Remédios, por exemplo.
Por outro lado, a Ladainha Lauterana louva Maria com diversos títulos que exaltam as Suas virtudes: Virgem Purísswima,Rosa Mística,Torre de David,Causa da nossa Alegria,Arca da Aliança.porta do Céu,Estrela da Manhã,Saúde dos Enfermos...
Enfim, as invocações a Maria são tantas, que não cabem no exíguo espaço deste artigo.
Mas, apesar de tanta diversidade de títulos e devoções, Maria é uma só: a mãe de Deus e dos homens. Recorramos a Ela,sob qualquer patrocínio,pois sabemos que Ela esta sempre pronta para nos ajudar.

Texto: Pe.Lourenço Ferronato


Oração de Nossa Senhora de Guadalupe

terça-feira, 1 de novembro de 2011

2 de Novembro - Dia de Finados



Celebramos no dia 2 de novembro o dia de Finados. O culto aos mortos é uma das celebrações mais antigas tanto no Oriente quanto no Ocidente, pois sempre houve essa necessidade de fazer memória dos antepassados. Nos primórdios do cristianismo os mártires eram venerados nos locais de seu martírio e as primeiras construções genuinamente cristãs foram monumentos em homenagem a estes heróis da fé. Os cristãos sempre recordaram seus entes queridos falecidos até que se passou a dedicar-lhes um dia para orar pelos mortos, inclusive por aqueles que nem sempre são lembrados.
Essa celebração, de fato, é revestida de uma grande riqueza, pois além dos atos religiosos é uma oportunidade ímpar para se refletir sobre a morte e a vida, como também uma relembrança dos nossos antepassados, estabelecendo o vínculo entre o que somos e toda a carga histórica que trazemos impressos em nós.
Nós cristãos estamos desde a origem imergidos neste mistério da Vida, Morte e Ressurreição de Jesus. Ele, como todo ser humano, experimentou a crueldade da morte e sofreu amargamente a morte de cruz, porém, a morte não foi a palavra definitiva, pois ele ressuscitou, garantindo, assim, que toda a humanidade ressuscitará definitivamente com Ele um dia. Esta certeza na Ressurreição elimina de nós qualquer concepção de renascimento ou reencarnação. São Paulo nos diz que "E, se Cristo não ressuscitou, ilusória é a vossa fé; ainda estais em vossos pecados" (1Cor 15, 17).
A vida que aqui vivemos é um preparar-se para a verdadeira, definitiva e gloriosa vida junto a Deus. “Amados, desde já somos filhos de Deus, mas o que nós seremos ainda não se manifestou. Sabemos que por ocasião desta manifestação seremos semelhantes a ele, porque o veremos tal como ele é.” (1 Jo 3,2) Trazemos a certeza da verdade revelada por meio de Jesus Cristo, que levantado da morte por Deus nos trouxe a salvação. “Deus dos vivos e dos mortos: crer em Vós é ter a esperança de encontrar na luz de sempre a paz do último Dia.” (Laudes/Ofício de defuntos)
Neste dia de Finados não celebramos a morte, mas, exatamente, essa Vida Eterna presente e real já em Jesus Cristo. Somos, cristãos, esperançosos em nossa fé na ressurreição, na morada que Jesus preparou para nós.  Na participação da celebração eucarística, na visita aos cemitérios, na nossa oração pelos irmãos falecidos transpareceremos a certeza de que somos finitos e que a cada dia necessitamos da graça de Deus para mantermos viva, em nós, a chama da fé, da verdade, da caridade, do amor e do perdão rumos à eternidade. “A eternidade não é um contínuo suceder-se de dias do calendário, mas algo como o momento pleno de realização, cuja totalidade nos abraça e nós abraçamos a totalidade do Ser, da verdade, do amor” (Bento XVI)

Texto de: Geraldo Trindade
bacharel em filosofia, cursa teologia no Seminário Arquidiocesano de Mariana e mantém o blog: http://www.pensarparalelo.blogspot.com


01 de Novembro - Solenidade de todos os Santos

 
 
A Igreja Católica chamou "Santos" a aqueles que se dedicaram para que sua própria vida lhe seja o mais agradável possível a Nosso Senhor.
Há uns que foram "canonizados", ou seja, declarados oficialmente Santos pelo Sumo Pontífice, por isso por sua intercessão se conseguiram admiráveis milagres, e porque depois de ter examinado minuciosamente seus textos e de ter feito uma cuidadosa investigação e interrogatório às testemunhas que os acompanharam em sua vida, chegou-se à conclusão de que praticaram as virtudes em grau heróico.
Para ser declarado "santo" pela Igreja Católica se necessita toda uma série de trâmites rigorosos. Primeiro uma exaustiva investigação com pessoas que o conheceram, para saber se na verdade sua vida foi exemplar e virtuosa. Se for possível comprovar pelo testemunho de muitos que seu comportamento foi exemplar, é declarado "Servo de Deus". Se por detalhadas investigações se chega à conclusão de que suas virtudes, foram heróicas, é declarado "Venerável". Mais tarde, se por sua intercessão se consegue algum milagre totalmente inexplicável por meios humanos, é declarado "Beato". Finalmente se conseguir um novo e maravilhoso milagre por ter pedido sua intercessão, o Papa o declara "santo".
No caso de alguns Santos o procedimento de canonização foi rápido, como por exemplo, para São Francisco de Agarram e Santo Antonio, que só durou 2 anos.
Pouquíssimos outros foram declarados Santos seis anos depois de sua morte, ou aos 15 ou 20 anos. Para a imensa maioria, os trâmites para sua beatificação e canonização duram 30, 40, 50 e até cem anos ou mais. Depois de 20 ou 30 anos de investigações, a maior ou menor rapidez para a beatificação ou canonização, depende de quem obtém mais ou menos logo os milagres requeridos.
Os Santos "canonizados" oficialmente pela Igreja Católica são vários milhares. Mas existe uma imensa quantidade de Santos não canonizados, mas que já estão gozando de Deus no céu. A eles especialmente está dedicada esta festa de hoje.
 
Fonte : ACI Digital

Compromissos da IAM











fonte: iamdemonteaprazivel.blogspot.com

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Agradecimentos

Nós do Suporte IAM queremos agradecer a todos que estão mandando os emails nos parabenizando pelo trabalho.
Mas também queremos deixar registrado que quem merece os parabéns são todos vocês que estão nos visitando e nos ajudando a Tornar Jesus conhecido e amado.
Fica o convite pra todos os nossos visitantes, para que nos enviem matérias para publicarmos.Através da internet e juntos, podemos fazer com que o amor de Jesus se espalhe por todos os continentes.
Um beijo missionário a todos.
Carinhosamente
Matheus,Andressa e Guilherme - Suporte IAM
suporteiamrp@hotmail.com

A origem do Dia Mundial das Missões

 
 
Em 1922, foi eleito Papa o Cardeal Arcebispo de Milão (Itália) Achille Ratti, que tomou o nome de Pio XI (1922-1939). Seu ardor missionário era conhecido de todos, e esperava-se dele um grande impulso para a Missão. Já em 1922, constituiu em Pontifícias as Obras Missionárias já existentes, recomendando-as como instrumentos principais e oficiais da Cooperação Missionária de toda a Igreja. Estimulou a criação de novas Missões e ordenou os primeiros bispos indianos (1923) e chineses (1926). No Ano Santo de 1925, abriu no Vaticano uma Exposição Missionária Mundial e, no ano seguinte (1926), publicou uma Encíclica sobre as Missões, Rerum Ecclesiae, na qual reafirmava a importância dos objetivos missionários programados no início do seu pontificado.


A idéia de um Dia das Missões em esfera mundial nasceu no Círculo Missionário do Seminário Arquidiocesano de Sássari (Sardenha, Itália). De 14 a 16 de maio de 1925, o Círculo Missionário organizou um tríduo missionário, com a participação do arcebispo, que suscitou muita animação. No ano seguinte, de 17 a 20 de março de 1926, repetiu-se a celebração. Na ocasião, chegou de Roma Mons. Luigi Drago, Secretário da Sagrada Congregação de Propaganda Fide (atual Congregação para a Evangelização dos Povos, no Vaticano). Os seminaristas pediram-lhe que propusesse ao Papa Pio XI a celebração de um Dia todo dedicado às Missões, como se fazia na Universidade do Sagrado Coração. Mons. Drago prometeu que falaria com o Papa a respeito. E, de Roma, mandou dizer que o Papa havia enviado uma resposta ao pedido: "Esta é uma inspiração que vem do céu".

No final de março de 1926 realizou-se a Plenária do Conselho Superior Geral da Obra, já Pontifícia, da Propagação da Fé. Naquela ocasião, decidiu-se pedir oficialmente ao Papa Pio XI "a instituição em todo o mundo católico de um Dia de oração e de ofertas em prol da propagação da fé". Em 14 de abril de 1926, a Congregação dos Ritos comunicava que o Santo Padre havia concedido o pedido. Seria celebrado anualmente no penúltimo domingo do mês de outubro.

Uns anos antes, Pio XI fizera um gesto surpreendente e profético: na Solenidade de Pentecostes de 1922, interrompeu sua homilia e, em meio a impressionante silêncio, tomou seu solidéu, fazendo-o passar entre a multidão de bispos, presbíteros e fiéis na Basílica de São Pedro, no Vaticano, enquanto pedia a toda a Igreja ajuda para as Missões.

O primeiro Dia Mundial das Missões foi celebrado em 1927. Em 19 de outubro de 1985, o Papa João Paulo II lembrava a origem do Dia Mundial das Missões, falando aos fiéis da Igreja de Sássari durante a sua viagem pastoral à Sardenha. Neste ano de 2011, no dia 23 de outubro, penúltimo domingo do Mês das Missões, celebramos o 85º Dia Mundial das Missões, com coletas em todas as comunidades destinadas ás Missões da Igreja no mundo inteiro.